sexta-feira, 24 de março de 2017

A profissionalização da gestão é a solução!

Como muitos brasileiros preocupados com os descalabros cometidos na escolha de dirigentes de estatais, fiquei muito satisfeito quando o Presidente Temer sancionou a Lei nº 13.303/2016, que, enfim, estabelecia alguns critérios mínimos para o preenchimento dos cargos em conselhos e diretorias de estatais.

Minha preocupação com o tema decorria da experiência de ver más escolhas de dirigentes dos Correios, por interferência política, terem deteriorado os processos e os resultados da Empresa nos últimos anos. Vi na nova Lei, que acompanhei ainda como projeto (PLS-555), desde suas discussões no Senado, uma esperança de que tivéssemos nos Correios um processo moralizador, a partir do qual finalmente contaríamos com uma direção qualificada, escolhida a partir de princípios meritocráticos e cumprindo rigorosamente os critérios estabelecidos.

Infelizmente, porém, não foi o que aconteceu. A ingerência política continuou prevalecendo e mesmo os critérios mínimos estabelecidos foram abertamente ignorados. Centenas de profissionais de carreira plenamente habilitados para o exercício dos cargos de direção foram ignorados, em detrimento de ungidos que sequer possuíam as qualificações mínimas estabelecidas. Friso – mínimas, porquanto a Lei foi bastante comedida ao estabelecer, por exemplo, os prazos de experiência. Convenhamos que o simples exercício de uma função de DAS-4 na administração direta pode até qualificar um dirigente para uma pequena estatal, mas nunca para uma organização do porte dos Correios.

E, mesmo com requisitos tão baixos, tivemos nos Correios a indicação de pessoas para os cargos de direção que não os atendiam.

Considero o assunto gravíssimo, posto que é exatamente a baixa qualidade da gestão superior que tem prejudicado os resultados e o desenvolvimento da Empresa. Não tratamos aqui, portanto, de um detalhe da gestão, mas sim do principal fator determinante do quadro aqui instalado, algo que merece especial atenção.

Entendo também que, quando uma Lei estabelece critérios mínimos de acesso, como é o caso da Lei nº 13.303/2016, esses têm que ser cumpridos à risca e esse cumprimento tem que estar plenamente demonstrado, de forma transparente e direta, sem interpretações criativas, analogias ou outros mecanismos de aproximação. Não pode haver nenhuma dúvida a respeito do cumprimento dos requisitos.

No caso dos Correios, em função de ação civil pública que suspendeu liminarmente o exercício dos cargos de seis vice-presidentes (liminar suspensa por força de recurso da Empresa acolhido com efeito suspensivo), esse tema é ainda mais relevante.

Além do pleno atendimento aos requisitos de elegibilidade previstos em Lei, é ainda importante considerar que uma empresa estatal de grande porte, como é o caso dos Correios, precisa ter o processo de indicação de dirigentes blindado contra influências e ingerências políticas. Não é possível admitir, por exemplo, que grupos de interesse, como grandes fornecedores ou franqueados, tenham a possibilidade de indicar dirigentes por meio de influência política, capturando a administração em prol dos seus interesses, ou ainda que as indicações sejam simplesmente loteadas entre partidos políticos. Também não é aceitável que pessoas sem qualquer experiência destacada nas áreas de atuação da Empresa venham dirigir unidades responsáveis por faturamentos bilionários, ou ainda que empregados sem a adequada experiência em gestão estratégica sejam guindados às posições de direção superior apenas por indicação de políticos influentes e não por um processo de seleção baseado em competência, mérito e rigoroso cumprimento de requisitos. Será que se tivéssemos um método orientado por alguma consultoria de seleção de executivos ou headhunter algum dos atuais dirigentes seria selecionado? 

Esperamos que o Governo Federal perceba logo que os desafios de um cargo de direção superior numa grande estatal estão muito além da mera experiência de um assessor parlamentar ou de um DAS-4 e estabeleça requisitos compatíveis com a complexidade do desafio de gerir e liderar organizações fundamentais ao desenvolvimento social e econômico do Brasil, e que as grandes organizações estatais, independentemente do mínimo trazido em Lei, sigam o exemplo da PETROBRAS e estabeleçam logo POLÍTICAS DE INDICAÇÕES para barrar as indicações políticas e melhor qualificar seus dirigentes. E que seja extremamente rigoroso na cobrança do cumprimento de todos os requisitos estabelecidos.

No caso dos Correios, este tema da profissionalização da gestão é ainda mais sério, pois vivemos um momento em que a Empresa se vê diante de resultados extremamente negativos, produzidos essencialmente por direções tecnicamente despreparadas que por aqui se sucederam. Não foi o mercado, a economia ou os trabalhadores que desestruturaram a Empresa, mas sim as decisões tomadas por sua direção.   

E a solução não precisa vir com a privatização, com a desmontagem da Empresa ou com a demissão em massa de trabalhadores, como parecem pensar alguns de sua direção. Pode vir simplesmente com a profissionalização da gestão, que reconduzirá rapidamente os Correios ao patamar de excelência empresarial e de lucratividade que já ostentou.

É simples! Ou deveria ser!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Carta do Conselheiro - 21/03/2017

Encaminhamos aos colegas, em 21/03, Carta do Conselheiro, contendo informações sobre a reunião extraordinária do Conselho de Administração ocorrida naquela data.

Entre outros temas, foi tratada a questão da elegibilidade dos Vice-Presidentes.

Suspensão de férias

Diversos colegas me indagaram hoje a respeito de minha opinião sobre a decisão de suspensão de férias divulgada ontem pela Empresa. Procurarei responder aqui para que outros colegas possam também saber nossa opinião sobre o assunto.
Primeiramente é importante registrar que não se trata de um tema deliberado pelo Conselho de Administração, mas sim de alçada da Diretoria Executiva. Não houve, portanto, aprovação dessa decisão pelo CA.
Com relação à decisão propriamente dita, a recebi com espanto, como creio tenha acontecido com a maioria dos trabalhadores e gestores do quadro próprio dos Correios, pois é evidente, para qualquer um que conheça minimamente a Empresa, que se trata de algo realmente desastroso sob todos os aspectos e completamente ineficaz. No máximo, um engodo para protelar despesas inevitáveis, aliviando artificialmente o fluxo de caixa da Empresa, porém com efeitos catastróficos em termos operacionais.
É até difícil escrever sobre o óbvio, mas tentaremos isso.
Os Correios tem a imensa maioria de seus trabalhadores alocada na produção (mais de 80%), em unidades de atendimento, tratamento e distribuição dispersos pelo Brasil; consequentemente, precisam ter uma escala de férias bem distribuída ao longo do ano, de forma que se possa contar com uma quantidade adequada de pessoas, compatível com a carga de trabalho, em cada um dos meses. Isso sempre foi levado em conta nos Correios e as chefias distribuem os períodos de férias de forma a ter sempre algo como 10% em férias em determinado mês.
Sem concurso público desde 2011 e, portanto, com sérios vazios em diversas unidades, ao adotar uma medida como a suspensão das férias e sua marcação apenas ao final do segundo período aquisitivo, a direção da Empresa dá causa a um caos que se traduzirá em mais e maiores filas nas agências, em atrasos na entrega, sem contar o estresse e a sobrecarga que serão imputados aos trabalhadores.
E o efeito prático disso será apenas a passagem aos sucessores que vierem comandar a Empresa de uma conta acumulada e desse caos que fatalmente se instalará.
Produzir resultados artificiais de curto prazo é muito simples. Mas é, em geral, irresponsável, pois tais economias normalmente se transformam em maiores prejuízos mais à frente, sejam eles econômicos, de qualidade ou de imagem.
Isso, porém, não parece preocupar a direção política instalada nos Correios.
Os trabalhadores dos Correios só gostariam de poder fazer seu trabalho e de serem tratados com respeito, entretanto são submetidos a mais uma medida completamente absurda como esta.
Não há salvação sem a profissionalização da gestão!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Demissão motivada

Notícia veiculada recentemente na Empresa confirmou o que já vinha circulando como boato há algum tempo - a cogitação de a direção recorrer ao instrumento da demissão motivada para equilibrar gastos com pessoal. Desta feita, a menção ao assunto foi atribuída ao ministro.

A notícia tornou ainda mais confusa e turbulenta a situação dos trabalhadores, que se vêem cada vez mais envolvidos na solução de uma situação que não criaram - apesar de declarações de dirigentes afirmarem o contrário. Não foram, de fato, os trabalhadores que criaram a situação atual dos Correios, mas sim o Governo Federal e seus prepostos, com decisões e ações, como as seguintes:
a) recolhimento, em nível exagerado, de dividendos;
b) represamento de tarifas em período eleitoral;
c) escolha de dirigentes entre políticos e indicados políticos, sem a necessária competência e experiência para dirigir uma organização do porte dos Correios.

Parece, porém, mais fácil demitir trabalhadores, ainda que esses tenham entrado na organização pela porta da frente do concurso público e estejam apenas fazendo o trabalho que lhes foi atribuído, do que colocar na Empresa uma gestão profissional, que seja capaz de encarar os desafios do desequilíbrio financeiro e saneá-lo com medidas efetivas.

A politização da gestão cobra, nos Correios, o seu preço mais alto, colocando agora em risco o emprego de milhares de trabalhadores, que poderão ter que buscar a justiça para manter o que conquistaram num concurso público. Mais insegurança, disputas judiciais e consequente queda de produtividade.

Quem ganha com isso?

segunda-feira, 13 de março de 2017

Pela profissionalização da gestão nas estatais

Uma das primeiras declarações do atual Presidente da PETROBRAS noticiada pela imprensa foi de que, a partir daquele momento, não haveria mais aparelhamento político-partidário naquela companhia.

Nos Correios, porém, a direção política aqui colocada sustenta que a culpa da situação econômica da Empresa se deve aos técnicos que "sempre a dirigiram" (sic) e defende a indicação política, como consta na matéria do Diário do Grande ABC - link.

Observando as duas declarações nem parece que provenham de duas grandes organizações controladas pelo mesmo governo, afinal são diametralmente opostas.

Qual delas está correta? O que o Governo Federal pensa de suas estatais - quer ver sua gestão devidamente profissionalizada, como está fazendo na Petrobras e no BNDES, com resultados visíveis, ou pretende deixá-las confiadas a políticos e seus indicados, como tem feito nos Correios?

A privatização defendida como forma de resolver o problema caso não se queira políticos no comando da estatal não é solução para os brasileiros, que precisam de bons serviços, como os prestados pelos Correios nos rincões do País. É bem mais simples fazer o trivial e que o Governo Federal já está fazendo em outras estatais - profissionalizar a gestão, eliminando a interferência política.

E profissionalização de gestão não é apenas substituir um político por um empregado indicado por políticos. Isso não resolve. É necessário que toda a estrutura de direção e de gestão da Empresa seja confiada a pessoas com experiência e competência adequadas às respectivas funções. Áreas de negócios precisam ser dirigidas e geridas por quem entende profundamente desses negócios; áreas de operações precisam ser dirigidas e geridas por quem entenda profundamente dessas operações e assim por diante. Algo bem básico, que toda organização deveria seguir, mas que fica completamente deturpado quando o comando é confiado a políticos, por anos a fio, como tem acontecido nos Correios (diferentemente do que foi citado pelo entrevistado na matéria, como pode ser facilmente constatado consultando a lista de ex-Presidentes e ex-Vice-Presidentes da Empresa).

A culpa pelo estado de coisas criado nos Correios não é, portanto, dos trabalhadores. E mesmo que um político repita algo diferente à exaustão, não vai mudar a realidade. 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Ata da 1ª Reunião Extraordinária do Conselho de Administração

Foi publicada no website dos Correios a ata da 1ª reunião extraordinária do Conselho de Administração dos Correios em 2017. A ata pode ser lida no seguinte link (selecionar reunião extraordinária do conselho de administração e, depois, 1ª reunião, no ano de 2017)

A leitura da ata complementa nosso informativo, enviado aos colegas em 10/02/2017, conforme link.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Aposentados

Os colegas que saírem da Empresa e quiserem continuar a receber normalmente nossos informes podem inscrever seus e-mails pessoais na área localizada à direita de nosso blog:
"Receba por e-mail nossos informativos periódicos"

Além disso, aqui no blog, os interessados podem também se inscrever para receber por e-mail as matérias publicadas no blog ("Receba por e-mail as novas postagens do blog")

Correios Celular

Os Correios e sua parceira, a EUTV S.A., lançaram hoje o "Correios Celular".

No site do serviço, em www.correioscelular.com.br, há informações sobre o plano que está sendo lançado e as primeiras agências da cidade de São Paulo que já comercializam os chips e recargas.

Ainda em março as demais agências da cidade de São Paulo prestarão o serviço, que será expandido gradualmente para Brasília, Belo Horizonte e, depois, para todo o país, chegando a mais de 3.500 municípios até o final do ano.

No site dos Correios há também algumas perguntas e respostas a respeito do novo serviço. Para ler, basta acessar o link.

sábado, 4 de março de 2017

O câncer da política nos Correios

O câncer da política continua sua inexorável destruição na Empresa.
Recebemos mais uma mensagem de colega reportando substituição por razões políticas.
Um trabalhador com formação superior e pós graduação, embora superando todas as metas estabelecidas, foi dispensado de sua função para atender a um pedido político. 
Colocaram em seu lugar um empregado com salário muito abaixo do dele, o que resultará numa despesa para a Empresa, com complementação de remuneração singular, acrescida em quase 5 vezes.
Enquanto situações assim acontecerem na Empresa, ou seja, enquanto critérios políticos continuarem pautando as escolhas de dirigentes e gestores, a situação da organização não melhorará.
Como o câncer, esse mal pode matar o paciente se não for tratado e curado logo.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Matérias sobre relatório da CGU

Duas matérias circularam hoje, mencionando relatório da CGU nos Correios.

Ambas as matérias, com link ao final desta postagem, trataram do recolhimento excessivo de dividendos pelo Governo Federal.

Nosso posicionamento sobre este tema está bem expresso em diversas manifestações em reunião e postagens em nosso blog, entre as quais destacamos algumas:
- Uma grande e vigorosa Empresa (10/02/2016)- No tópico: "Redução de receitas, em decorrência de tarifas desatualizadas e do pagamento expressivo de dividendos"
Resultados dos Correios em 2015 - visão preliminar (05/04/2016) - A partir de "O que nos levou, então, a esse quadro?
Sobre a matéria de O Globo, que trata de abertura de capital dos Correios (15/05/2016) - A partir do parágrafo que começa com "O desequilíbrio entre receitas e despesas ..."
A crise real dos Correios (06/01;2017) - A partir de "Com relação ao déficit financeiro, ..."

As matérias mencionadas podem ser lidas nos seguintes links:
- O Globo
- Folha

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Dirigentes de estatais

O tema indicação para diretorias de estatais continua em pauta no Congresso Nacional.

Uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC-221/16) recoloca em discussão a ideia de os dirigentes de estatais, indicados pelo Poder Executivo, serem aprovados pelo Congresso Nacional, conforme matéria da Agência Câmara de Notícias a seguir transcrita.

Esse tipo de procedimento foi tratado por ocasião dos debates relacionados ao PLS-555, que produziu a Lei nº 13.303/2016. Recordo-me que, em função da quantidade de estatais, algo nessa linha aplicado a todas elas complicaria sobremaneira a agenda legislativa. Isso acabou motivando a retirada de disposição nesse sentido da Lei.

A retomada da ideia agora, porém, permitirá um debate mais específico da questão. E talvez nossos parlamentares cheguem à solução que nos parece mais indicada para viabilizar operacionalmente algo nessa linha - focar a medida nas maiores estatais, como os Correios e a Caixa, afinal a responsabilidade de um dirigente dessas instituições é incomparavelmente maior do que a responsabilidade de um dirigente de uma pequena estatal.

Talvez com mais este filtro se evite que ocorram indicações puramente políticas, de pessoas despreparadas, escolhidas tão somente por sua proximidade com o Ministro da pasta ou com políticos de seu partido.

E quem sabe passem a considerar também a importância de colocar técnicos de carreira nessas posições de direção de estatais, valorizando o conhecimento e a experiência acumulada por esses ao longo de sua vida profissional. 

Importante acompanhar a iniciativa.
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Agência Câmara de Notícias - 24/02/2017 - 14h14

Congresso Nacional poderá aprovar indicações para diretorias de estatais

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Covatti FIlho (PP-RS)
Covatti Filho: aprovação pelo Congresso das pessoas indicadas para esses cargos estratégicos possibilita o controle pela sociedade, a verdadeira proprietária dessas empresas
Os cargos de presidente, vice-presidente e diretor de estatais federais só poderão ser preenchidos após a indicação ser aprovada pelo Congresso Nacional.
É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/16, em tramitação na Câmara dos Deputados.
Segundo o texto, a aprovação desses cargos será por maioria absoluta dos deputados e senadores.
Empresas públicas
As estatais incluem empresas públicas, como os Correios e a Caixa Econômica Federal, e as sociedades de economia mista (S.A.), como o Banco do Brasil e a Petrobras. Seus dirigentes são indicados pelo Poder Executivo.
O texto é de autoria do deputado Covatti Filho (PP-RS). Ele afirma que o objetivo é ampliar o controle social sobre as estatais. “A aprovação pelo Congresso das pessoas indicadas para esses cargos estratégicos nada mais é do que possibilitar o controle pela sociedade, a verdadeira proprietária dessas empresas”, disse.
Tramitação
A PEC 221 será analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Se a admissibilidade for aprovada, será criada uma comissão especial para apreciar o teor da proposta. Depois será votada em dois turnos.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem - Janary Júnior
Edição - Newton Araújo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ata da 1ª reunião ordinária de 2017

Foi publicada no website dos Correios a ata da 1ª reunião ordinária do Conselho de Administração dos Correios em 2017. A ata pode ser lida no seguinte link (selecionar reunião ordinária do conselho de administração e, depois, 1ª reunião, no ano de 2017)

A leitura da ata complementa nosso informativo, enviado aos colegas em 25/01/2017, conforme link.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

A despedida de uma colega e amiga

Hoje estivemos, o José Afonso Braga e eu, cumprimentando nossa colega Bárbara Eliza Rocha, do DMKT/VIPOS, que está saindo no PDI.

Bárbara está entre os profissionais que mais conhecem nosso partafólio de serviços postais, não porque leu informações em manuais, mas sim por tê-los escrito, por ter formatado e reformatado diversos serviços, por conhecer profundamente as necessidades de nossos clientes de marketing direto e de comunicação.

Tivemos o privilégio de trabalhar com Bárbara durante alguns anos e sabemos bem de suas qualidades profissionais, de sua integridade e das valorosas contribuições que ela deu à Empresa ao longo de sua carreira. Uma história de vida profissional e de dedicação que merece destaque.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Reunião Ordinária de 22/02/2017

Enviamos aos colegas, por e-mail, o informativo a respeito da 2ª reunião ordinária do Conselho de Administração em 2016, ocorrida no dia 22/02.

Para visualizar a mensagem enviada, clique no link.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

PDI - Respostas dos Correios

A VIGEP respondeu algumas questões formuladas pela ADCAP sobre o PDI, conforme pode ser visto na mensagem distribuída hoje pela associação.

As respostas esclarecem algumas questões que os trabalhadores apresentavam recorrentemente e sua leitura pode ajudar a compreender o posicionamento da Empresa com relação a essas questões.

Dentre as respostas oferecidas, podem ser destacadas as que trataram da situação do plano de saúde após a saída no PDI, da responsabilidade solidária da União com relação aos pagamentos e da justificativa para o teto de R$ 10 mil, entre outras.

Essas informações se somam às demais veiculadas nos informativos internos e filmes institucionais sobre o PDI, esclarecendo alguns pontos que geravam dúvidas.

Com mais informações, os trabalhadores que se encontram no público alvo do PDI poderão melhor avaliar se lhes convém ou não aderir ao plano oferecido, levando em conta também os efeitos financeiros, de qualidade de vida etc que advirão da decisão que for tomada.

A página oficial da intranet que trata do tema está em: http://intranet/ac/vigep/copy7_of_pagina-acordos.

Esperamos que os colegas possam, então, fazer suas avaliações pessoais do plano com serenidade e com todas as informações necessárias, pois se trata de uma decisão muito importante, que deve ser tomada com consciência e sem pressões.