terça-feira, 6 de setembro de 2016

Resposta para o Pedro e seus colegas

A pergunta trazida na camiseta usada pelo Pedro e por diversos outros colegas nas sessões da CPI dos Fundos de Pensão começa a ser respondida por meio das operações empreendidas pela Polícia Federal focadas nos grandes fundos, incluindo o POSTALIS.
Até o momento, já foram realizadas duas operações, que resultaram em bloqueio bilionário de bens, como carros de luxo, avião e imóveis, assim como a prisão temporária de alguns envolvidos e a condução coercitiva, para depoimento, de vários outros.
O que ocorreu com os fundos de pensão brasileiros é mesmo caso de polícia, como vinham denunciando as representações dos trabalhadores, com destaque para a ADCAP, que tomou a causa como bandeira de luta há algum tempo.
Infelizmente, para os participantes e assistidos que já estão pagando a conta dos rombos do POSTALIS, a recuperação dos recursos desviados de seu fundo ainda poderá demorar um pouco, pois a justiça tem seu tempo e os processos terão que seguir seu trâmite até as decisões finais.
Porém, é importante registrar que a justiça começa a ser feita e que as pessoas que deram causa à destruição do patrimônio dos participantes e assistidos começam a ter que prestar contas, o que, para o Pedro e seus colegas, é um alento e uma esperança.
Acompanhemos o desenrolar dos fatos, as próximas operações da PF que se seguirão, na trilha do que foi relatado pela CPI, e as consequências que terão que vir disso tudo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Sobre privatização e direção qualificada

Respondo diariamente a perguntas de colegas sobre a possibilidade de a Empresa ser privatizada.
Em minha opinião, a Empresa presta serviços de cunho nitidamente público, o que a credencia a continuar sendo vista como parte integrante do Estado, em consonância com as previsões constitucionais e legais existentes.
Com bons resultados, adequada qualidade de serviços e equilíbrio econômico-financeiro, os Correios poderiam continuar sendo um exemplo de organização estatal que cumpre bem sua missão. Não vejo nenhuma impossibilidade nisso, pois a Empresa possui ótimos fundamentos, uma infraestrutura portentosa já instalada e um quadro de pessoal experiente. A própria história da Empresa é prova disso.
O que lhe falta então para retomar esse trilho?
A resposta é simples e direta: uma gestão qualificada, à altura das necessidades de uma grande organização.
A fórmula de loteamento político está esgotada e já se mostrou completamente ineficaz e nociva.
Uma grande empresa merece uma direção à altura de seus desafios, que cumpra à risca todas as exigências legais existentes para o exercício do cargo de dirigente e se disponha a liderar de fato a organização, assegurando seu desenvolvimento. 
Dirigir os Correios não é uma tarefa banal, que possa ser confiada a um indicado político para agradar seu padrinho, seja ele quem for.
O Estado precisa que seus investimentos - suas estatais aí incluídas - sejam muito bem geridos, com profissionalismo e técnica. E isso vale também para os Correios, pois, diferentemente do que pensam alguns que só conhecem a Empresa pelo carteiro de sua rua ou por uma agência de seu bairro, trata-se de uma organização complexa e de grande porte, que está entre as 20 maiores empresas de correios do mundo em faturamento, contando com mais de 115.000 empregados diretos, o que demandaria de seus dirigentes, entre outras coisas, experiência em gestão estratégica de grandes empreendimentos de porte similar aos Correios e conhecimento dos negócios onde a Empresa atua.
Ainda espero que nossos governantes percebam esse quadro e corrijam os rumos que parecem hoje colocados, pois será lamentável ver o Governo Federal mais à frente falando em privatização por não ter escolhido bem os dirigentes dos Correios. Um erro não pode levar a outro.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

1º Workshop Design Thinking de Marketing Direto

Na manhã desta sexta-feira (12/08), participamos do encerramento do 1º Workshop Design Thinking de Marketing Direto.

O workshop promovido pela VIPOS possibilitou o desenvolvimento preliminar de uma série de ideias muito interessantes relacionadas ao segmento de Marketing Direto.

Oportunidades como esta são valiosas, pois reforçam a convicção de que a Empresa conta com trabalhadores interessados e capazes de inovar, por um lado, e um manancial de possibilidades de negócios por outro. Ligar esses pontos pode ser o caminho do sucesso.





domingo, 7 de agosto de 2016

Heróis anônimos

Há alguns meses atrás, a instituição de uma CPI dos Fundos de Pensão era apenas uma ideia que mobilizava os dirigentes da ADCAP e alguns parlamentares. Naquela oportunidade, dois colegas tiveram papel decisivo, que começou com a coleta de assinaturas para a instituição da CPI. Podemos dizer hoje, sem exagero, que não fosse o trabalho deles não teria havido a CPI.

A assídua e efetiva participação dos dois colegas nas diversas reuniões da Comissão e seus contatos frequentes com os parlamentares que integravam a Comissão mantiveram sempre acesa a chama do interesse público nos trabalhos da CPI. Jackson e Pedro foram os embaixadores das centenas de milhares de vítimas dos problemas de gestão do POSTALIS, lembrando sempre aos deputados que eram pessoas assim que haviam sido lesadas. E, dessa forma, escreveram um capítulo importante da história.

Reconhecimento

Na última sexta-feira, participei, a convite da direção da ADCAP, de homenagem ao colega Pedro Célio, que recebeu uma placa comemorativa de "Sócio Benemérito" da associação (foto). Jackson havia recebido placa semelhante em outro evento da associação.

São homenagens mais que justas, para dois colegas que muito nos orgulham, por sua dedicação e por seu empenho. As muitas horas de suas vidas dedicadas à missão de fazer acontecer a CPI dos Fundos de Pensão beneficiarão centenas de milhares de pessoas, que poderão, a partir dos trabalhos da CPI, recuperar pelo menos parte do que foi desviado de seus fundos de previdência.

Parabéns ao Jackson e ao Pedro!

Vocês são nossos heróis anônimos que fizeram diferença!

Muito obrigado por nos representarem tão bem no Congresso durante a CPI dos Fundos de Pensão!

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Carta do Conselheiro - 03/08/2016

Encaminhamos aos colegas uma carta a respeito da reunião extraordinária ocorrida hoje (03/08/16), para posse de um novo conselheiro e eleição de novos vice-presidentes dos Correios.
Leia aqui a Carta do Conselheiro.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Posse - 28/07/2016


Reunião Ordinária do Conselho de Administração em 28/07/2016

Encaminhamos aos colegas mensagem sobre a reunião do Conselho de Administração ocorrida em 28/07/2016.

Na reunião, foram debatidos diversos temas, como pode ser visto na mensagem enviada.

POSTAL CAP - um novo produto que se consolida

Nesta semana, tive a grata surpresa de saber que um novo produto da Empresa já havia alcançado a marca de um milhão de unidades comercializadas.

O POSTAL CAP chegou lá, em pouco mais de uma ano do lançamento.

Registro meus parabéns às equipes que desenvolveram e promoveram na rede de atendimento este novo produto e espero que a experiência de sucesso se repita em vários outros novos produtos e serviços.

Mais informações no blog dos Correios, em:
http://blog.correios.com.br/correios/?p=16630

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Sobre privatização e abertura de capital

Nos últimos dias, inúmeras matérias trazidas pela mídia mencionam uma eventual privatização dos Correios ou a abertura de seu capital. Nesta postagem, trataremos sinteticamente desses temas, apresentando nossa visão a respeito.

Inicialmente é importante destacar que os Correios, como outras estatais, viveram nos últimos anos um período complexo em termos de gestão. A desprofissionalização da gestão, em todos os níveis, da direção superior à base operacional, cobrou sua fatura na qualidade dos serviços e nos próprios resultados financeiros da organização. O conjunto de matérias trazido neste último fim de semana pela revista Isto É Dinheiro , sobre aparelhamento das estatais brasileiras, ilustra bem esse quadro.

Nesta questão central - desprofissionalização da gestão - está, portanto, em nossa opinião, a causa fundamental dos problemas hoje vividos pela Empresa.

Como enfrentar então isso?

É simples: corrigindo o problema, profissionalizando a gestão, desde a alta direção, aproveitando a nova Lei de Responsabilidade das Estatais, até a base operacional, cujos gestores precisam voltar a ser escolhidos por mérito e não por indicação superior, e receber também formação continuada para o exercício de suas funções de liderança.

E a privatização ou a abertura de capital? Seriam também soluções para os Correios?

Em nossa opinião, não. Os Correios, mais que outras organizações, desempenham atividades de cunho eminentemente público, mantendo suas redes de distribuição postal e de atendimento em todo o País, mesmo em regiões onde a agência da ECT é a única representação do Governo Federal. Além disso, a atividade postal está tratada na própria constituição e a Empresa, por ser entendida como "longa mão da União" goza de privilégios tributários típicos do Estado.

Privatizá-la ou abrir seu capital exigiria uma série de medidas preliminares que demandariam tempo, convergência de entendimentos e esforços substanciais, sem contar que se daria num momento em que os ativos em geral estão desvalorizados, devido ao contexto macroeconômico.

Por que fazê-lo, então?

Não seria muito melhor corrigir o problema fundamental de gestão e cobrar que a Empresa volte a ser vista como já foi no passado não muito longínquo - como uma das melhores empresas de correios do mundo, com serviços de altíssima qualidade reconhecidos pela confiança da sociedade, que colocou a ECT no topo do ranking de instituições mais confiáveis, juntamente com a família e os bombeiros?

Parcerias com a iniciativa privada estariam descartadas, então?

Não! De forma alguma. A Lei nº 12.490/11 prevê que a Empresa pode adquirir participações em outras Empresas, constituir subsidiárias, atuar em segmentos de negócios como o de logística, de correio digital e de serviços financeiros, além de explorar as potencialidades de sua rede de atendimento, para prestar serviços aos parceiros. O desenvolvimento desses novos negócios, em parceria com empresas privadas, é, portanto, um caminho apropriado e já institucionalmente estabelecido em lei para o fortalecimento da Empresa. Importante observar que não se trata aqui de cindir qualquer parte dos negócios hoje operados pelos Correios para dividi-lo com sócio privado, mas sim de desenvolvimento de novos negócios por meio dessas parcerias. As operações de telefonia celular e de correio digital são dois exemplos de segmentos de negócios que poderiam ser desenvolvidos dessa forma, agregando a agilidade e a experiência de bons parceiros à infraestrutura dos Correios e trazendo novas receitas. Logística integrada seria também outro segmento a ser desenvolvido em parceria, potencializando os serviços de encomendas próprios da Empresa (SEDEX, PAC etc), que permaneceriam sendo oferecidos diretamente pelos Correios, ficando com a parceria os demais serviços característicos dessa atividade (armazenamento, separação de pedidos, embalagem etc).

Como temos mencionado em outras matérias, os Correios são uma empresa vigorosa, com bons fundamentos, infraestrutura já constituída e um corpo de trabalhadores valoroso. Com boa gestão, a Empresa não precisa ser privatizada e nem ter seu capital aberto para voltar aos trilhos do sucesso empresarial.

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Lei de Responsabilidade das Estatais

Transcrição do Primeira Hora de 19/07/2016:

Lei de Responsabilidade das Estatais
A Lei de Responsabilidade das Estatais (lei n.°13.303/2016) foi editada com o objetivo de regulamentar o Estatuto Jurídico dessas empresas, estabelecer regras de transparência, normas de governança e regras para compras. Diante disso, ontem, dia 18, foi instalado, pela Presidência, o Grupo de Trabalho PRT/PRESI -150/2016, com vigência de 45 dias. O objetivo é analisar e emitir relatório com as providências necessárias para que os Correios possam cumprir integralmente a respectiva lei.
Dentre as obrigações previstas, no quesito Transparência, está a criação de uma área de Compliance e Riscos, que foi recentemente instituída por meio do Departamento de Compliance e Gestão de Riscos (DCOMP) da Presidência dos Correios. O GT é formado por diversas áreas da empresa, sendo que a coordenação das ações caberá ao DCOMP, em conjunto com a Auditoria.
A execução das ações será dividida em dois grandes temas: Regime Societário e Governança; Licitações e Contratos.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Crise ou uma grande e vigorosa empresa?

Pense numa empresa que já fez os investimentos necessários para montar uma infraestrutura de abrangência nacional, que tenha em seu porta-fólio serviços lucrativos e líderes de mercado há vários anos e que esteja entre as 3 instituições que gozam de maior confiança da população.

Que tal acrescentar mais um pouco: uma moderna legislação que não limite a atuação da empresa e segmentos de negócios promissores a serem ainda desenvolvidos conforme apontam benchmarks internacionais.

Pois é! Nem parece, diante do noticiário recente que só tem focalizado problemas, mas estamos falando dos Correios, uma empresa que tem tudo para se desenvolver, mas que hesita em decolar.

Entender em profundidade essas características peculiares dos Correios e utilizá-las como alavancas para resultados é o principal desafio da direção.

Não se trata de algo impossível e nem mesmo difícil. A imensa maioria das empresas brasileiras estaria muito melhor se tivesse pelo menos algumas das características que listamos no início - infraestrutura já construída, serviços em liderança de mercado, confiança do mercado, legislação favorável e segmentos de negócios promissores a desenvolver.

Assim, diferentemente do que ocorre com outras organizações e com setores inteiros da economia, a crise que se anuncia para os Correios não decorre de problemas no mercado, mas tão somente de gestão.

Com uma direção que compreenda e valorize os diferenciais competitivos dos Correios, a empresa pode voltar rapidamente ao equilíbrio e, em seguida, buscar o curso de desenvolvimento vislumbrado em seu planejamento estratégico.

A solução para os Correios é, portanto, muito simples; só depende de competência técnica da direção, para aproveitar bem as forças e potencialidades da Empresa.

domingo, 10 de julho de 2016

Postalis - "luz no fim do túnel"

Tem sido tão comum ouvir más notícias a respeito do POSTALIS que nem sempre conseguimos enxergar em alguns fatos recentes que podemos estar, na verdade, vislumbrando uma "luz no fim do túnel", ou, se preferirem, o início da solução dos problemas do nosso instituto de previdência privada. Explicarei melhor essa afirmação.
Há poucos dias, tivemos a apresentação do relatório final da CPI dos Fundos de Pensão, uma CPI cuja gênese se deveu à persistência da ADCAP em colocar esse tema em foco e à boa vontade de parlamentares que acreditaram que se tratava de um tema que merecia especial atenção do Congresso. Dos primeiros dias nos quais os colegas Jackson e Pedro percorriam os corredores do Congresso em busca das assinaturas para a criação da CPI até a entrega do relatório final, passando por inúmeras sessões em que os de camisa amarela lá estiveram presentes, o que assistimos foi o resultado da disposição de um grupo de ecetistas que queria ver o Postalis passado a limpo.
Antes da CPI, algumas matérias da imprensa falavam superficialmente de ocorrências no Postalis e as punições aplicadas a ex-dirigentes eram leves e episódicas.
O transcorrer da CPI expôs as ocorrências havidas no POSTALIS. Casos como o dos títulos da Venezuela e da Argentina e das aplicações no Grupo Galileo, entre outros, foram esmiuçadas. E o relatório final trouxe a consolidação dessas investigações preliminares, permitindo a realização de investigações mais aprofundadas em seguida e, por fim, a punição dos envolvidos em irregularidades e a recuperação dos recursos indevidamente subtraídos do POSTALIS.
Assim, quando ouvimos falar hoje de um caso de desvio no POSTALIS e de prisões e bloqueios de bens, estamos presenciando provavelmente a chegada da "luz no fim do túnel", ou seja, a aproximação do momento em que o dinheiro do Postalis começará a fazer o caminho de volta e os responsáveis pelos desvios serão punidos. Numa única operação da Polícia Federal, por exemplo, foi noticiado o bloqueio de R$ 1,3 bilhão de reais em bens de suspeitos, incluindo carros de luxo, lanchas e até um suntuoso apartamento.
Nos próximos dias, talvez a divulgação dos detalhes de outras operações relacionadas ao Postalis surpreenda alguns colegas que não acompanharam mais proximamente o desenrolar da CPI. Para esses, informo que a situação não está piorando, mas sim o contrário. A luz vai sendo lançada sobre os casos levantados pela CPI, algumas pessoas que deram causa a essas ocorrências vão sendo punidas e até presas e a esperança de recuperação, mesmo que parcial dos prejuízos, vai ficando cada vez mais forte. 
Parece mesmo uma "luz no fim do túnel" !

terça-feira, 5 de julho de 2016

Solução e não Problema, Presidente!

“A solução para os problemas dos Correios está aqui dentro da empresa.”

Quando ouvi essa frase do atual Presidente, numa reunião recente, imaginei que nesse pouco tempo de empresa ele já tinha percebido que encontraria entre os trabalhadores da Empresa talentos, ideias e sugestões para resolver todos os problemas da organização.

Hoje, porém, ao ouvir uma entrevista veiculada pela rádio CBN, percebi que me enganara com o entendimento anterior, pois a matéria passou claramente a ideia de que, na realidade, o que o Presidente enxergava era que os problemas da Empresa derivavam de seus trabalhadores.

Não conversei com ele para esclarecer o que realmente pensa, mas, independentemente disso, gostaria de reforçar em seguida a ideia de que a solução para todos os problemas da Empresa está aqui dentro mesmo, pois acredito muito nisso.

Começaria ressaltando que a Empresa tem talentos para ocupar todas as funções de liderança e de assessoria na organização, da base até a alta direção. Bons processos de seleção, que levem em conta princípios meritocráticos, poderão apontar os mais qualificados para cada posição. Não precisamos na Empresa de indicações políticas e nem de pessoal importado (e indicado) para posições de assessoria, chefia e direção.

Sobre absenteísmo, embora concorde que seja um tema que precisa ser urgentemente enfrentado, entendo que medidas adequadas e participativas possam ser construídas por uma gestão competente, que saiba analisar todas as causas e enfrenta-las, sem reducionismos, como a indevida atribuição do problema à má conduta de trabalhadores. Ausência de concurso público, gerando lacunas não cobertas em várias unidades, falta de condições adequadas de trabalho, sacrificando a saúde do trabalhador, e desprofissionalização da gestão operacional, tornando o trabalho caótico e mal administrado, são algumas das causas que deveriam ser investigadas e corrigidas.

Os problemas estruturais a serem vencidos pela Empresa, porém, vão muito além do absenteísmo e demandarão atuação competente da direção. A Empresa precisa retomar o equilíbrio em suas finanças e isso exigirá não só um melhor domínio das despesas, mas também a retomada de ações efetivas para a ampliação das receitas. Isso é plenamente possível se a direção souber liderar a organização, utilizando boas estratégias de desenvolvimento empresarial e de gestão, de forma competente e responsável. E não adianta procurar remos por aqui, pois a Empresa não é um barquinho mas sim um grande transatlântico. É uma organização vigorosa, com excelentes fundamentos e um quadro valoroso de trabalhadores, à espera de uma boa liderança!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Eleições 2016 - Conselho de Administração

Agradecemos aos colegas pela confiança depositada mais uma vez em nossa chapa, que resultou em nossa reeleição para o período 2016/2019.

No novo mandato, que em breve terá início, continuaremos a ter atuação marcante nas reuniões do Conselho de Administração, em favor de nossa Empresa e de seus trabalhadores.

Os canais de contato mantidos nesses três anos - e-mail, blog e rede social - permanecerão ativos e alimentados constantemente com informações sobre nossa atuação, nossas ideias e nossos posicionamentos.

No Conselho de Administração dos Correios, a representação dos trabalhadores faz diferença!

Marcos César e Barbosa - Chapa nº 3 - União para Fazer Acontecer